A dança da alegria

A dança da alegria - CA Ribeiro Neto

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Procure o V de sua vida II

Continuando a série 'Procure o V de sua vida', primeiro queria dizer que gostei muito das interpretações feitas a cerca do primeiro post. Esse segundo é um tanto mais fechado a margem de interpretação, não vou falar muito sobre ele, para que vocês me digam o que vêem. Vamos lá!





CA Ribeiro Neto
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* Bem, o decreto anunciado semana passada não foi implantado de fato, por mudanças de percurso, mas, de qualquer jeito, estou bem menos ocupado do que em semanas anteriores.
* Dois meses para eu me formar!
* www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Cirandar (Martinho da Vila) - Seu Jorge Live at Montreux
Boa Sorte

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Procure o V de sua vida

Bem, agora que passou o momento sem série, volto a fazê-lo. Postarei aqui, numa série de 10 post, uma sequência do que já ouvi falar em Poesia em Revista. É uma poesia que é mais uma imagem, uma foto que palavras mesmo. Eu brinco com um ou poucas palavras, encontrando palavras dentro das outras. Início com o título da série, que é também o título da poesia conjunta 'Procure o V de sua vida'.






CA Ribeiro Neto
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* Hoje, às 17h, decreto um intervalo de descanço de uns 8 a 10 dias em minha vida...
* Mas ainda haverá a ansiedade da entrega das notas...
* Texto novo da Fau em www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Fogo e Gasolina - Roberta Sá e Lenine
Boa Sorte

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Feliz inesperado aniversário

Bem, ao contrário do que falei semana passada, não começarei uma nova série. Vou postar um texto avulso - um crônica, como muitos pediram - e depois vejo o que posto na próxima semana.
Meu aniversário foi na segunda-feira passada e geralmente faço uma postagem especial em homenagem a mim mesmo. Mas nesse ano eu não planejei nada disso, entenderão porque na crônica, mas tive que escrever essa crônica depois do que me aconteceu no dia 28 de setembro de 2009. Acho que nunca falei tanto de mim num texto meu! Tomara que gostem.


Feliz inesperado aniversário




Nunca fui muito de aniversário, muito menos esse. Não estava com vontade, ânimo, nem motivo para comemorar, afinal, tudo na minha vida está ainda incerto por demais e isso muito me inquieta. Bobo que sou, elaborei minuciosamente e com antecedência todos os caminhos para me esquivar de toda e qualquer manifestação de festa que fossem organizar ou promover no meu aniversário.

Nada podia dá certo. Não sei direito, mas, aparentemente, eu queria mostrar para o mundo todo – ou para o mundo ao meu redor – que eu não estou bem, o que é, de fato, verdade. Sei lá, tantas coisas na vida me imprensando contra a parede. Faculdade, trabalho, futuro e mais. Também, as vezes, talvez agora, faço-me muito de coitadinho, mas sempre coitadiando-me com a verdade, sem invenção.

Chegou o grande dia, vinte e oito de setembro, fiz vinte e três anos. Vou para a Casa de Cultura Portuguesa, para minha aula de português. Antes de continuar, preciso falar mais desse curso. Comecei a estudar lá no meio do ano passado, querendo aprender mais de minha língua pátria, e assim, evoluir em meus escritos literários e acadêmicos. Aprendi bem mais que isso, logo no primeiro semestre fiz grandes amigos, principalmente um grupo de “concurseiras” que sempre deixam-me fora do assunto! Ao contrário do que acontece nesses cursos de línguas, fizemos uma grande amizade.

No segundo semestre essa amizade se intensificou, quando fazíamos festas de aniversariantes todo santo mês, o que era bem interessante. No terceiro semestre, esse atual, a maioria de nós ganhou problemas novos ou intensificou os antigos, o que não diminuiu a amizade, mas extinguiu festas e comemorações.

Bem, voltando ao dia do meu aniversário, vinte e oito de setembro, fui para a aula, com todos os planos friamente elaborados previamente. Chegando lá, ninguém me deu os parabéns. No final da aula, pediram-me para xerocar o material de revisão e, então, saí da sala. Quando volto, eis o que tenho a minha frente? Uma festa.

Plano A, plano B, não lembro mais de nenhum! Além de não botar em prática os meus planos, ainda fui enganado, duas coisas que não gosto que aconteça, mas que, no entanto, não me chatearam de jeito nenhum. Pelo contrário, adorei a surpresa!

Era uma festinha bem simples. Um bolinho de supermercado, um refrigerante, os poucos amigos que restaram em pouco mais de um ano – as “concurseiras” –, a professora – que disse que imaginava qual tinha sido o meu pedido na hora de apagar as velinhas, em referência à prova da próxima semana – e eu com um sorriso enorme no rosto.

Realmente eu tinha muita coisa para fazer depois da aula, e eu já estava cansado com antecedência, além do cansaço acumulado das várias semanas de estudo e trabalho, mas naquele momento eu estava feliz e renovado – fato que não estava previsto na elaboração dos planos.

Pensando depois, entendi porque brasileiro gosta de comemorar aniversário, feriado, carnaval e tudo mais: são os momentos que podemos fugir de nossos problemas e de nosso mundo desigual e injusto e ter um pouco de felicidade. Pão e circo: necessitamos disso.


CA Ribeiro Neto

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* Pesquisa sobre o PSB, jajá termino você.
* Provas de Direito Ambiental e Direito Administrativo no sábado.
* Prova da casa de cultura portuguesa adiada para quarta, menos mal.
* Depois de tudo isso, acredito que respirarei.
* www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Acreditar (D. Ivone Lara) - Orquestra Imperial - Baile de São Sebastião
Boa Sorte

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Quando meu coração parar

'Quando meu coração parar' foi escrita num carnaval em Guaramiranga. Logo depois do final da banda Fulano Falando, eu e Rafael Parente, baixista da referida banda, ficamos mais próximos e compomos duas músicas - letra minha e música nossa. Essa escrita aqui abaixo, virou um forrózim, mas que, como não construímos uma outra banda de fato, essa música ficou apenas na lembrança de um momento bom. O estrofe que falei na semana passada é o último, adoro ele, mas o começo é muito elementar, não gosto muito. Próxima semana estou em dúvida se posto um conto grande, dividido em capítulos ou uma série de poesias de uma palavra só que tenho, o que vocês preferem?


Quando meu coração parar

Vou te esquecendo na medida do possível,
Mas na verdade ainda dói.
O que acontece é até meio previsível,
Mas mesmo assim ainda corrói.
No nosso amor tudo era muito bonito,
Não só embaixo dos lençóis.
Quando me lembro do fato ocorrido,
Chorando, eu penso em nós.

Se meu coração para de bater
Quando você passar,
É que demorei a te esquecer,
mas terei chegado lá.

- Que cidade pequenina,
Olhando-a daqui de cima
E eu escutei o seu sorriso...
Entre milhares de habitantes,
Te vejo, a todo instante,
Em outros rostos femininos.

CA Ribeiro Neto
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* Que chegue logo outubro, preciso descansar...
* Direito ambiental, eu odeio você.
* PSB, me aguarde...
* www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: É tão triste cair - Nelson Cavaquinho - Programa Ensaio - No final dessa música perguntam por Paulinho da Viola, então que ele diz: "Ah, eu tenho Paulinho como a... Chico Buarque, não posso lembrar o nome de todos, tem Gilberto Gil, tem uma infinidade de meninos por aí que são perigosos, hein!"

Boa Sorte

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Faça o favor

'Faça o favor' é um samba (quase que óbvio sambas vindo de mim) que fala de um homem que busca sua inocência diante de algo que ele afirma não ter feito, mas, como todos sabem, as mulheres quase sempre têm razão, e quando não têm, conquistam! Ela faz parte da série 'Músicas a espera de músicos', que acaba na próxima semana com uma poesia que nela contém os versos mais interessantes que já escrevi, na minha opinião (mas que não faz com que seja a poesia toda mais interessante).

Faça o Favor

Não tenho nada a declarar
Porque não sei nem o que fiz
Então faça o favor de explicar
A este pobre infeliz

Errado, sei que não tou
Mas não sou dono da razão
Então, faça o favor de explicar
Tamanha incompreensão

Tanto ódio, tanta fúria
Faça o favor de explicar
Porque ficar feito muda

Não fala nada, só lamúrias
Faça o favor de explicar
Motivo de tanta repulsa

CA Ribeiro Neto
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* Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado.
* Direito Ambiental.
* História do PSB.
* Tudo pesquisa que tenho que fazer...
* www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Maria Moita - Nara Leão - Programa Ensaio
Boa Sorte

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aflição

'Aflição' é uma poesia minha das mais antigas, com uma linguagem bem inocente e consciência poética mais ainda. O começo é muito bestinha, mas, acho, que o final vale a pena. Como música, começou sendo uma bossa-nova, mas em sua última versão no eMeloDia, atual Baque Lírico, era um samba, mas que começava com uma batida mais tecno. Antes que comecem a pedir, a única gravação que tenho é muito ruim e não vou passar não! Essa é a quarta poesia de um total de seis da série 'Músicas esperando músicos'.



AFLIÇÃO


Esta dúvida que me mata,
Que me arranca o coração.
O que eu mais queria saber
É se ela vai me querer ou não


Todo dia me pergunto
E não encontro a solução.
Se continuo a amá-la
Ou devo esquecer essa paixão.


Minha paixão pode ser correspondida
Ou pode ser loucura.
Fico olhando para o teto do meu quarto,
Esperando que a noite escura
Traga-me a resposta
Para livrar-me da tortura,
Que é amar na solidão
Nos braços da amargura.

CA Ribeiro Neto
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* Quanto ao post passado, 'Menina danada', ela não é uma referência a uma mulher não tão criança não. Fiz pensando em uma menininha mesmo.
* A experiência pluripartidarista de 45 a 64 nunca foi tão odiada por mim... maldito fichamento de 84 páginas que não acaba nunca!
* Texto meu, mais piegas que essa poesia, no blog www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Inspiração - Pixinguinha
Boa Sorte

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Menina danada

Acho que todos já sabem da minha grande ligação com as crianças. Adoro brincar com elas, gosto de assistir peças infantis e de vez em quando escrevo textos infantis também. 'Menina danada' é um xote que escrevi já a um tempo, musiquei junto a Victor (Maloca) e Divino e depois a apresentamos num encontro de contadores de histórias infantis na qual eu tive o prazer de ser convidado. Espero que gostem.



Menina Danada

Ôôô...menina danada
Ôôô...menina danada
A mãe chama de traquina
E a vó chama de mal criada.

Quando ela chega
Ela brinca, ela mexe
Ela vibra, ela pede
Ela não mede as consequências

E vai pulando, vai correndo
Vai gritando, vai dizendo
Que todos
Sentiram a sua ausência.

CA Ribeiro Neto
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* Nada de novo
* Segunda posto um texto novo lá! - www.aondeeuestavamesmo.blogspot.com
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ESCUTANDO NO MOMENTO: Dama ideal - Luiz Melodia
Boa Sorte