A dança da alegria

A dança da alegria - CA Ribeiro Neto

quinta-feira, 18 de março de 2010

Editorial do 2º NEM

Começando mais uma série, 'Editoriais do NEM', infelizmente começo com o editorial da 2ª edição, pois fizeram o favor de oferecer meu único exemplar do 1º NEM a uma professora sem me consultar... Para quem não conhece, o NEM é a publicação literária feita pelo APPLE, agora chamado de Grupo Eufonia de Literatura, mas infelizmente este projeto está parado. Na época, a intensão era que revezássemos na editoração, mas - sabe-se lá porque - eu fiz quase todos. Os NEM's ficaram marcados pelas pequenas polêmicas causadas pelo público-leitor do CEFET, pelas ideias progressistas que sempre apoiamos, não tão aceitas assim. Vejam só.


Editorial do 2º NEM


" Poesia é a emoção (pessoal) através da palavra", definição retirada do livro 'Estudo dirigido da Gramática Histórica e Teoria da Literatura'".


Encarar a poesia como forma de expressão subjetiva e intrapessoal – tanto para quem escreve, quanto para o leitor – nos faz pensar nas regras impostas a ela. Exigir rima e métrica seria deixar a poesia mais inteligente ou seria castrar a criatividade do autor?


A poesia é fruto de um ou mais sentimentos, e a habilidade do escritor consiste, justamente, na transformação dos sentimentos em palavras. Dessa forma, sua poesia será construída de acordo com o que ele sente.


Se 'n' poesias falaram sobre amor, foram escritas 'n' textos diferentes, pois cada poesia é única, assim como todo amor.


É contraditório, então, querer julgar a poesia pelas palavras utilizadas e não pela ideia que é transmitida; definir um texto em poético ou não-poético pela presença ou não de rimas e métricas, se o que é relevante é o sentimentalismo do autor.


Leiam agora o nosso 2º NEM, quer seja poesia ou não, leiam nossos sentimentos.


CA Ribeiro Neto

--------------------------------------------------

* Vou tentar providenciar a 1ª edição, mas não garanto nada!
* Quem quiser as edições do NEM em versão e-book é só me pedir!
--------------------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: O crime não compensa - Jackson do Pandeiro - CD O Rei do Ritmo

LENDO NO MOMENTO: Estou num ritmo de leitura muito avançado, da quinta passada para cá terminei o Almanaque Armorial do Ariano Suassuna, li o Benjamim do Chico Buarque e comecei hoje o Corpo de Drummond - Pg. 13

Boa Sorte

quinta-feira, 11 de março de 2010

Que sejam bem felizes: Clara, Cartola e Eu

Encerrando a série 'Nossa Língua Portuguesa', 'Que sejam bem felizes: Clara, Cartola e Eu' é uma crônica que fala da música 'Que seja bem feliz' do Cartola. Ela mereceu destaque por uma percepção minha em relação a conjugação do verbo contentar. Já explico tudo na própria crônica! Como ando discutindo com alguns membros do Blog's de Quinta sobre isso, deixo claro que o narrador desse texto, assim como a grande maioria dos meus textos, são eu-líricos, que as vezes tem características minhas, mas não necessariamente me representam.


Que sejam bem felizes: Cartola, Clara e Eu


Sabe quando você escuta uma música várias vezes, mas só presta atenção em algo peculiar muito depois? Primeiro de tudo, que a música é de um autor que adoro: Cartola; e que a voz é uma das que mais sou apaixonado: Clara Nunes. Isso já serviria para eu ter prestado atenção nela há mais tempo.

O nome da música é 'Que seja bem feliz', e, para mim, o final dela é genial. A música fala de uma despedida, seja de um filho deixando a mãe, seja de um homem nordestino indo 'tentar a vida' no sul, seja de uma mulher deixando a família pelo sonho de ser cantora de rádio, o que for, a música continua sempre bonita.

“Se bom pra você for/ Podes partir, amor/ E que sejas feliz/ E muito bem feliz”. Vejam que no começo vem logo a permissão para a partida. Os versos são pequenos, pois não há muito o que se falar em momentos como esse; e a repetição dos votos de felicidades também mostra o pouco que há para se falar. Isso também lembra que, lendo friamente, parece ser falta de rima; mas quem nunca repetiu uma frase em um momento de emoção que atire a primeira pedra. São essas frases repetidas que fotografamos em nossas mentes.

“Que Deus e a natureza/ As aves nos seus ninhos/ As flores pela estrada/ Perfumem todos os caminhos”. Quando li essa segunda estrofe, lembrei-me de colorir as coisas. Assim penso que pensou Cartola, e que penso que pensou o eu-lírico, como se fosse para mostrar ao receptor a veracidade do desejo de felicidade, apesar da dor da separação.

“Eu aqui ficarei/ Por você rezarei/ Todas as tardes/ Ao bater, Ave-Maria”. A terceira estrofe, assim como a quarta, foram as que chamaram a minha atenção. Pois o último verso propositalmente me dá duas interpretações. Ao bater o quê? Todas as tardes, o sino da igreja para se rezar Ave Maria? Ou eu-lírico fala do bater da saudade, todas as tardes, ao lembrar de como é bom ter aquela pessoa ao pôr do sol, e a Ave Maria é uma interjeição utilizada pelo sentimento para dá aquela travada na garganta?

“Que sejas bem feliz/ E leves-me na mente/ Que cresçam suas glórias/ E as minhas lágrimas contentes”. Bem, o último verso dessa última estrofe foi a que achei mais genial, porque foi utilizando da boa gramática que ele chegou a um magnífico duplo sentido. A primeira ideia que se tem é de que, com as glórias alcançadas, as lágrimas dela sairiam contentes, felizes, realizadas. Porém, escutando e percebendo semelhanças comigo, percebi que esse 'contentes' também pode ser o presente do modo subjuntivo do verbo contentar. Daí a interpretação mudaria de figura, pois estaríamos falando que o receptor teria que se contentar com as lágrimas do eu-lírico daquele instante, pois uma vez saindo de casa, aquelas lágrimas seriam as últimas lembranças. Fotografei: aquelas lágrimas seriam as últimas lembranças.

Não sei se Cartola quis mesmo fazer esse duplo sentido, mas parece-me que Clara passou isso em sua interpretação, pois não tem como dizer que é qualquer uma das possibilidades só de escutá-la. Inexplicavelmente ela consegue passar todas as situações, tudo de uma vez. Isso só mostra que Clara Nunes é uma deusa, que Cartola é um rei, e que eu só sei fazer crônica.


CA Ribeiro Neto
--------------------------------------------

* Próxima semana relembrarei do NEM aqui no Blog!
* Por enquanto, nada demais!
--------------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: Recado - Gonzaguinha - CD Geral
LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna - Pg. 275.
Boa Sorte

quinta-feira, 4 de março de 2010

Afavelmente Factual

A última poesia desta série 'Nossa Língua Portuguesa', 'Afavelmente factual' é uma poesia de 2007 - período em que eu saía da matemática e ia para a política e legislação - . Ela fala de uma relação homem & mulher, onde o homem - quase sempre errados, consegue o perdão da mulher - quase sempre benevolentes.



Afavelmente factual


Segurando a sua mão,
Seguramente
Faço uma reflexão.
Bem facilmente
Deixo-a sem reação,
Indecisamente
Pedes-me compaixão.

Toda essa situação,
Essencialmente
Carregada de emoção,
Casualmente
Falas em conciliação,
Factualmente
Fico sem argumentação.

Proponho uma solução,
Provavelmente
Incluso o meu perdão.
Imediatamente
Aceitas sem hesitação.
Afavelmente
Seguras a minha mão.

CA Ribeiro Neto
------------------------------------------

* Sexta, dia 5, este meu blog comemora 2 anos de existência!!!
* A internet voltou!!!!!!!!!!

* Ou seja, com o tempo lerei os textos dessa semana e os da semana passada!
* Tudo normal por aqui.
------------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: O que é? O que é? - Gonzaguinha

LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna - Pg. 237

Boa Sorte!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Conjugando o conjugado

Continuando a série 'Nossa Língua Portuguesa', entramos na fase da morfologia. 'Conjugando o conjugado' é um poeminha bem antigo meu, por isso tão simples, onde conjugo o verbo errar no pretérito perfeito e no futuro do presente, variando entre os versos os mesmos objetos indiretos. Ela é muito simples, não liguem, toda poesia tem sua importância evolutiva!!! hehe


Conjugando o conjugado

Eu errei por te querer
Tu erraste por não perceber
Ele errou por aparecer
Nós erramos por não nos entender
Vós errastes por não me ver
Eles erraram por não saber

De forma errada
Fomos errando
Descobrindo que errar
Também é humano

Eu errarei por não perceber
Tu errarás por não nos entender
Ele errará por não te ver
Nós erraremos por não saber
Vós errareis por aparecer
Eles errarão por te querer


CA Ribeiro Neto
----------------------------------

* Depois de consertado o pc, dá problema na internet...
* Em lan house, mais uma vez.
* Tudo normal!
-----------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: O barulho do ventilador que, por sinal, não está resolvendo seu papel.

LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna - Pg. 132

Boa Sorte

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Do amor e todas as suas vidas

Em prosseguimento à série 'Nossa Língua Portuguesa', 'Do amor e todas as suas vidas' é uma poesia que tenta, sem conseguir, óbvio, explicar o amor de uma forma nada explicativa! hehehehe Utilizo, na poesia, os sentidos de plural e singular, sujeito e objeto - colocando como opostos dentro do estudo da língua portuguesa, mas na verdade, uso outros sentidos das mesmas palavras. O mesmo faço com o autoritário e democrático, da ciência política. Assim, coloco o amor como algo que tem características opostas isoladamente, mas que acabam se completando. Não sei se vocês se lembram, mas tem um trecho dessa poesia que faz parte de uma música da Dalila Fonteles, já postado no blog dela.


Do Amor e todas as suas vidas


O amor é plural.
Sumariamente diverso
De tudo e de todas as suas vidas.

O amor é singular.
Único, incomparável
E não serve de exemplo para ninguém.

O amor é sujeito.
Ativo, inconsequente
E age tão somente por conta própria.

O amor é objeto.
Tem forma e consistência,
Apesar de ser puramente abstrato.

O amor é autoritário.
Pungente e sem lógica.
Não dá direito de escolha.

O amor é democrático.
Onipresente e é propagado
Por diferenças e olhares.

CA Ribeiro Neto
---------------------------------------------

* "Acabou nosso carnaval/ Ninguém ouve cantar canções/ Ninguém passa mais brincando feliz/ E nos corações/ Saudades e cinzas foi o que restou"
* Minha irmã agora faz parte do Blogs de Quinta!!! Jéssica de Sousa - www.kekadesousa.blogspot.com.
* "E no entanto é preciso cantar/ Mais que nunca é preciso cantar/ É preciso cantar e alegrar a cidade"
---------------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: Temples of Gold - Kamelot - Quem estava escutando, na verdade, era meu irmão, senão certamente seria uma música brasileira!

LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna - Pg. 115.

Boa Sorte

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Agora, sinto

Pessoal, começo hoje uma nova série que pelo menos o Marcelo Almeida vai gostar! hehehe. Vou mostrar meus textos que têm referência da Gramática Normativa da Língua Portuguesa! A série intitulada 'Nossa Língua Portuguesa' terá 5 textos (4 poesias e uma crônica), onde duas falaram de sintaxe (Agora, sinto; Do amor e todas as suas vidas) e três de morfologia (Afavelmente factual; Conjugando o conjugado; Que sejam bem felizes: Clara, Cartola e eu)! Agora a que posto é 'Agora, sinto', onde cada estrofe utiliza um tipo de aposto, respectivamente: enumerativo, recapitulativo, oracional e explicativo.

Agora, sinto

Lembro-me de ti com facilidade:
Uma música que fale sobre saudade,
Uma poesia de amor sofrido,
Uma menina tímida com um belo sorriso,
Uma daquelas lanchonetes por toda a cidade.

Quando vejo uma criança brincando na rua,
Quando escuto sobre uma deusa do camdoblé,
Quando vejo uma pele igual a sua,
Quando comungo contigo a nossa fé:
Tudo ao meu redor para ti conflua.

Agora, sinto, desabafo:
Quanto mais ficamos afastados,
Mais sinto falta de tê-la ao meu lado.

Então, desculpe-me, por favor:
Por não estar contigo aonde você for.
Também comungamos o mesmo choro e a mesma dor.

CA Ribeiro Neto
----------------------------------------------

* As coisas andam calmas demais.
* Tudo em sua normalidade.
* Carnaval em Fortaleza. Eh nóis!
----------------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: Copo Vazio - Gil Luminoso - Gilberto Gil

LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna: Pg. 106
Boa Sorte

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Coelho que perdeu da Tartaruga e o Tigre

Bem, encerrando, por enquanto, a série 'O Recado está dado', 'O Coelhor que perdeu da Tartaruga e o Tigre' é uma fábula que demorei quase 3 anos para terminar. Iniciado em 2007, acredito que perceberam no próprio texto o que foi escrito naquela época e qual foi escrito no final de 2009. Eu até tentei explicitar uma moral da história, mas prefiro que cada um retire a sua!




O Coelho que perdeu da Tartaruga e o Tigre.

Depois de perder para a Tartaruga na corrida, o Coelho foi, cabisbaixo, para sua toca. No meio do caminho, encontrou o Tirano Tigre que, na falta de um leão, se tornou Rei. Muito ironicamente ele falou para o Coelho:

- Oh, pobre Coelho! Toda a floresta já sabe do seu desespero!
- Ora, deixe-me sozinho! Pior que perder é escutar tantos cochichos!
- Veja como fala comigo! Lembre-se de quem sou, não seja cínico!
- Espero que me compreenda, mas vou me retirar. Com sua licença...
- Antes de se despedir, eu também lhe desafio, para que que agora perca de mim!
- Quem sou eu para disputar com tão ilustre realeza? Não vou ganhar, disso eu tenho certeza...
- Não aceito um não como resposta. Você deve ter é gratidão por essa minha proposta! Partiremos do Vale do Algodão, passaremos pela Encosta do Rio Mangueirão e a reta final será num canto que jamais esquecerão: o Precipício do Antigo Leão; quem não cair, será o campeão!
- Já que não tenho escolha, vou me preparar com minha amiga raposa. Até qualquer dia, Vossa Senhoria!
- Nada disso, Coelho gaiato, antes de ir embora, assine este contrato. Com sua via, chegue aqui amanhã, por volta do meio-dia, pois quero lhe deixar logo como um rato ou quem sabe uma cotia!

De contrato em punho, o Coelho correu para pensar o que faria.
No dia seguinte, no horário combinado, lá estava o Tirano Tigre preparado, quando o Coelho chegou, meio ressabiado, e foi logo cumprimentar seu adversário:

- Boa tarde, Vossa Realeza, por um acaso o senhor não deseja que eu desista logo, encerrando, assim, este diálogo?
- Claro que não, seu molenga! Alongue-se logo para que não tenha nenhum problema!
- Pois não, Vossa Tigresia! Já tive tremelique, asia, até uma disenteria, por isso acredito que o meu organismo já está preparadíssimo!
- Que assim seja, vamos ao ponto de largada, como choveu um bocado hoje, a estrada está enlameada, então, cuidado com as derrapadas! (quando o Tirano Tigre dá uma grande gargalhada).

O Tirano Tigre era arrogante, mas não era burro, sabia que o Coelho perdeu para Tartaruga, mas não deixou de ser rápido. O rei fajuto também era, mas como ele não queria arriscar, mandou complicar o percurso para garantir a vitória e depois só comemorar.

A coruja foi a convidada de honra para acionar a sirene de largada, então os dois partiram, com uma certa vantagem para o Coelho. Ainda no Vale do Algodão, o Coelho ficou encoberto no meio da plantação e não percebeu a teia de aranha reforçada que o Tirano Tigre mandou colocar para enlaçá-lo. Caiu na teia quando o grande felino pula por cima dele e toma a liderança.

Sem conseguir sair, acabou recebendo a ajuda de sua amiga raposa que, esperta, já imaginava as maracutaias que o Tigre iria aprontar:

- Amigo Coelho, eu já imaginava que esse Tigre não receberia bons conselhos! Vou salvar-te desse novelo para que ganhes essa corrida com zelo!
- Obrigado, amiga raposa, serei eternamente grato por vossa nobreza! É certo que sua esperteza não é sinônimo de safadeza, sua honestidade é tesa!

Então, Coelho correu o mais rápido que pôde para recuperar a desvantagem que tinha do Tirano Tigre. Nas proximidades do Rio Mangueirão, o Tirano passou a correr mais vagarosamente, com medo de cair dentro d'água, seu trauma de infância.

Com isso, o Coelho conseguiu se aproximar até chegar a ponto de ultrapassá-lo, quando mais um truque do Tigre foi acionado: o Coelho foi desequilibrado por um vôo baixo do corvo, assessor particular do rei, o que fez a lebre cair dentro do rio.

Como o Coelho não sabia nadar, ficou a se espernear dentro d'água, quando alguém inesperado emergiu das águas doces do Mangueirão: a Tartaruga campeã socorreu seu antigo adversário, pois este não merecia perder dessa forma. Em meio à tosses, o Coelho agradeceu:

- Oh, Tartaruga, muito obrigado, saiba que aprendi muito com o recado que em nossa corrida me foi dado.
- Por nada, Coelho, mas ande, corra sem demora, não vá deixar agora que aquele déspota consiga a glória!

Então, o Coelho retomou a corrida que já se despontava ao fim. O Tigre já pousando soberano, desfilava numa alegria terrível. Quando todos lá trás gritavam a aproximação do Coelho, o Tirano se enfezou e correu como pôde para terminar de vez a corrida. Correu tanto e tão ferozmente que, não conseguiu parar a tempo de cair no Precipício do Antigo Leão. Logo depois chegou o Coelho, que não se aperreou e freou sua chegada sem acabar com sua vida. O Precipício que antes tinha o nome de um rei, agora se chama o Precipício Dos Que Se Proclamam Rei.

O Coelho, que não comemorou em respeito ao incidente, se afastou com os amigos alegres e contentes; aproveitando para discutir a eleição da Raposa para Presidente.

CA Ribeiro Neto
----------------------------------------

* PC sem HD, é bem mais complicado! Sorte a minha que Linux roda apenas com o cd de instação...
* Sem mais.
----------------------------------------

ESCUTANDO NO MOMENTO: Nada.

LENDO NO MOMENTO: Almanaque Armorial - Ariano Suassuna - Pg. 85.

Boa Sorte